Aceitar-se não é conformismo

Muitas vezes, acredita-se que aceitar o próprio jeito de ser signifique “cruzar os braços” e afirmar: “eu sou assim mesmo e nada vai mudar”.

No entanto, aceitar pode ser justamente o oposto. Conhecer e integrar o próprio estilo de personalidade permite reconhecer limites e possibilidades, perceber repetições e, a partir delas, transformar automatismos em escolhas mais conscientes.

Aceitação, aqui, não é passividade. É admitir que certas lutas atravessam toda a vida, exigindo cuidado contínuo, atenção crítica e compromisso com os processos de mudança e crescimento.

É desse trabalho persistente que nascem transformações frutíferas, sabedoria encarnada e um modo mais pleno de estar no mundo.

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Referência: Brito, Ê. Elementos para uma compreensão diagnóstica em psicoterapia.

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